»

M

E

N

U

«
Comércio eletrônico ganha mais transparência com novas regras
ago 27th, 2010 por Gath Tech

Quem compra na internet vai ganhar mais confiança com as diretrizes publicadas na sexta-feira pelo Ministério da Justiça, explica a secretária de Direito Econômico, Mariana Tavares. “Haverá mais informações e, com o consumidor mais confiante e se sentindo mais confortável, ele tenderá a comprar mais. O consumidor satisfeito tende a voltar e os conflitos tendem a diminuir, então assim todo mundo ganha.”

As diretrizes determinam que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) se aplica totalmente ao comércio eletrônico, diz ela. Pelas diretrizes, os compradores terão mais acesso a informações claras por parte do fornecedor, como telefone, endereços físico e eletrônico e CNPJ.

O fornecedor também deverá armazenar os dados dos internautas ao longo do processo de compra de bens ou serviços, para facilitar a compreensão. Antes da compra se concretizar, será possível confirmar, portanto, se o produto comprado é exatamente aquele desejado.

Também fica expressamente determinado que é necessária a autorização do consumidor para cobrança de garantia ou serviço adicional ao produto escolhido, como o frete. Outra medida que consta das diretrizes é a proteção contra práticas abusivas, como publicidade enganosa.

As diretrizes deixam claro, por exemplo, que o consumidor que compra pela internet – assim como aquele que adquire produtos por catálogo ou telefone – tem prazo de até sete dias para se arrepender sem necessidade de justificação e ter o dinheiro reembolsado.
Veja no YouTube
Fonte: IG

Quem precisa ter certificado digital?
jun 28th, 2010 por Gath Tech

O número de empresas que vão precisar de um certificado digital crescerá exponencialmente este ano. Essa asssinatura eletrônica, que confirma a autenticidade de documentos e declarações, é exigida para empresas que emitem nota fiscal eletrônica (NF-e). Até o ano passado, apenas 54 segmentos da indústria e do atacado eram obrigados a trabalhar com NF-e. Em abril último, 240 novos setores foram incluídos na tabela — em julho, serão mais 68 e, em outubro, 249. Além disso, desde o início do mês passado, as companhias inscritas no regime tributário de lucro presumido precisam da certificação para declarar à Receita Federal as obrigações acessórias — como DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais), Dacon (Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais), DIPJ (Declaração de Informações Econômico-fiscais da Pessoa Jurídica), entre outras. No total, 600 mil por conta da NF-e e 1,4 milhão em virtude do regime de lucro presumido terão que obter um certificado eletrônico em 2010, segundo estimativas de Igor Ramos Rocha, presidente de negócios de identidade digital da Serasa, uma das entidades autorizadas a emitir o registro. Por enquanto, apenas 15% das empresas inscritas no lucro presumido e 25% daquelas obrigadas a emitir NF-e tiraram o certificado, calcula Rocha. “Essa baixa procura inicial é cultural. Os empresários ainda não reconhecem as vantagens”, diz José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento (Sescon). Os benefícios esperados a longo prazo, segundo ele, são: mais segurança, eliminação de obrigações redundantes e agilidade no pagamento dos tributos.Pequenas Empresas & Grandes Negócios elaborou um guia para responder às principais dúvidas dos empreendedores em relação à nova exigência da Receita Federal.

>>> Minha empresa precisa comprar uma certificação digital?
Todas as empresas que são obrigadas a emitir a nota fiscal eletrônica, assim como todas as que estão inscritas nos regimes tributários de lucro real ou lucro presumido, são obrigadas a ter um certificado digital. A lista de áreas de atuação que devem emitir nota fiscal eletrônica abrange indústria e atacado — comércio varejista está excluído. Qualquer empresa pode estar inscrita no sistema tributário de lucro real enquanto somente aquelas com faturamento de até R$ 48 milhões podem se inscrever no sistema de lucro presumido. As empresas inscritas no Simples e que não são obrigadas a emitir nota fiscal eletrônica não precisam de certificação digital.

>>> Quais os tipos de certificação existentes?
Para emitir nota fiscal eletrônica, transmissão mensal do Sped fiscal e obrigações acessórias é preciso ter o E-CNPJ. Para a declaração anual Sped contábil é preciso o E-CPF. “O E-CNPJ é da empresa. Qualquer problema com a declaração é de responsabilidade da pessoa jurídica. Enquanto o E-CPF é do empresário ou do contador, que podem ser responsabilizados por qualquer informação errada passada à Receita. Podem até ser presos”, explica Welinton Mota, consultor tributário da Confirp.

>>> O que acontece se minha empresa for obrigada e não comprar uma certificação digital?
A empresa fica impossibilitada de entregar as declarações das obrigações acessórias — e assim não consegue pagar os tributos devidos. “A multa é de 20% do tributo não declarado, com valor mínimo de R$ 500”, diz Mota, da Confirp. Para as que precisam emitir nota fiscal eletrônica, o maior problema está em concluir um negócio — a multa é aplicada ao comprador da negociação.

>>> Quais são os modelos e custos de certificação disponíveis?
A empresa pode escolher entre a certificação válida por um ano, conhecida como A1, e a de três anos, a A3. Ambos os modelos podem ter formatos variados, como pen drive, token (dispositivo eletrônico que gera uma senha sem conexão com o computador), cartão ou a instalação no próprio computador. Os certificados mais simples, armazenados nos computadores e com duração de um ano, custam cerca de R$ 100. Os mais sofisticados, com tolken e validade de três anos, variam de R$ 300 a R$ 500.

>>> Onde é possível comprar uma certificação?
Existem nove autoridades certificadoras habilitadas pela Receita Federal: o Serviço de Processamento de Dados (Serpro) em parceria com os Correios, em São Paulo, Brasília, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro; a Certisign; a Serasa; a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; a Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais (Prodemge); a Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Acfenacon); o Sindicato dos Corretores de Seguros, Empresas Corretoras de Seguros, de Saúde, de Vida, de Capitalização e Previdência Privada no Estado de São Paulo (Sincor); a Notarial; e a Autoridade Certificadora Brasileira de Registros.

>>> Minha empresa pode usar a certificação do contabilista?
Só para entrega de obrigações acessórias, que exigem o E-CNPJ. As empresas que não são obrigadas a emitir nota fiscal eletrônica, por exemplo, podem se dirigir à Receita Federal e fazer uma procuração eletrônica autorizando um contabilista que tenha o E-CNPJ a entregar as declarações de tributos certificadas. “Isso é totalmente viável e legal”, diz Mota.

>>> Até quando eu preciso fazer meu certificado digital?
As empresas inscritas no regime de lucro presumido são obrigadas a declarar suas obrigações acessórias com certificação eletrônica desde 1º de abril. A primeira obrigação a vencer após esse período, a DCTF, pode ser entregue até junho. A relação de empresas que terão que emitir NF-e ganha novos segmentos em julho e outubro.

Fonte PEGN

Serviço de Personalização de Temas WordPress
mar 14th, 2010 por Gath Tech

Achando muito caro para pagar por um tema WordPress personalizado para o seu site? De fato, um bom tema personalizado custa.

Tenho recebido pedido de personalização do tema desde que eu comecei a desenvolver tema WordPress. Ter pensado muito sobre a oferta de personalização de tema, eu finalmente decidi prestar este serviço para os usuários.

bg-title

Site estático ou site dinâmico?
mar 7th, 2010 por Gath Tech

Diferença

A fundamental diferença entre um site Estático e um Dinâmico é a capacidade adicional que o site Dinâmico tem de interatividade, permitindo o uso de informação fluindo em ambos os sentidos em tempo real.

Na prática um site estático possui duas características básicas:

1 – Somente o desenvolvedor pode efetuar a atualização de conteúdo.

2 – Não são possíveis interações complexas com o site (efetuar buscas, cadastros de usuários, login etc)

Já um site dinâmico:

1 – Pode ter uma área de administração do site.

2 – É possível criar sistemas mais complexos dentro do site, como por exemplo: um sistema de busca, cadastro de usuário, sistema de login, envio de newsletter ou simplesmente um formulário de contato.

Qual deles é melhor

A melhor alternativa é a que tem a melhor relação custo x benefício.
Vamos imaginar um site de uma Pousada. Sabemos que em empresas de pequeno e médio porte não há uma atualização constante de seus tarifários e, além disso, não há a possibilidade de vender ‘produtos’ pela internet. Digamos que neste tipo de ramo um novo tarifário é criado um vez no ano.
O que é mais prudente para esta empresa? Criar um sistema de administração para incluir, sem depender de um fornecedor, novos tarifários, ou desenvolver um site estático e contratar um fornecedor para fazer essa atualização quando necessária?
Sem levar em conta outras questões como possibilidade de efetuar buscas no site, login para criar acesso restrito ou qualquer outra “inteligência” do sistema, para responder essa questão, precisamos saber o custo de cada atualização e o custo para a criação de um site dinâmico. Só assim podemos fazer as contas e contratar o que for mais vantajoso para a empresa.
Não há uma regra definida. O que há é um bom senso. Quando estamos na fase de projeto de um site, muitas vezes o cliente pede funcionalidades que usará muito pouco ou que não usará nunca, aumentando significativamente o custo para a empresa.

Entre em contato queremos saber do seu projeto de site, damos consultoria sem custo: comercial@gath.com.br

Quero um site e agora?
mar 7th, 2010 por Gath Tech

Ter um canto na internet não é mais um luxo para poucos, e sim uma regra geral para empresas ou pessoas que querem ‘sobreviver’ em um mundo globalizado. Ter um site se tornou indispensável para empresas de grande, médio ou pequeno porte.

Mais »